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Top 8 Scooters 125 Para Cidade em 2026: Comparativo Completo (com Yamaha, Voge, QJMotor e Keeway)

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Antes de escolher: porquê uma scooter 125 em 2026?

Porque resolve 4 dores típicas de quem vive (ou trabalha) em zonas urbanas:

• Trânsito: ganhas tempo e flexibilidade no dia-a-dia

• Estacionamento: mais fácil e menos stress

• Custos: consumos baixos e manutenção geralmente acessível

• Praticidade: ideal para commuting, recados, deslocações curtas/médias

Nota sobre carta: em Portugal, com carta B é possível conduzir motociclos até 125cc

e 11 kW a partir dos 25 anos (confirma sempre as condições legais aplicáveis ao teu caso). Se tiveres dúvidas, fala connosco e ajudamos a confirmar.

O comparativo: 8 scooters.

Yamaha Nmax 125 Yamaha D´elight 125 Yamaha RayZR Voge SR1 125 Yamaha Tricity 125 QJMotor ATR 125 QJMotor MTX 125 Keeway Icon 125S
Preço desde 3.450€ 3.125€ 2.395€ ~2.787€ 4.425€ sob consulta sob consulta sob consulta
Motor 125cc, Líquida 125cc, Ar 125cc, Líquida 125cc, Líquida 125cc, Líquida 125cc, Líquida 125cc, Líquida 125cc, Ar
Potência 12.2Cv 8.2Cv 12Cv 11.6Cv 12.2Cv Até 15Cv até 15Cv ~9,4Cv

Consumo

L/100Km

2.2 2.0 2.1 2.2 2.6 - - -
Autonomia ~300Km ~250Km ~250Km ~360Km ~275Km - - -
Travagem ABS CBS/ABS ABS ABS ABS ABS ABS ABS
TCS Sim Não Não Sim Não Sim Sim Não
Ideal para Commuting Completo Iniciantes Melhor Preço Equip./€ Estabilidade Tecnologia/praticidade Moto Feel + Tech Leve e Simples

Modelo a modelo: a nossa opinião

1. Yamaha NMAX 125 — A referência equilibrada

Preço: 3.450€

A NMAX é uma das escolhas mais seguras para cidade: motor com boa resposta, consumo baixo, tecnologia útil (como conectividade) e uma condução muito fácil. É o tipo de scooter que “faz tudo bem”, sem surpresas.

Pontos fortes: equilíbrio geral, qualidade Yamaha, sensação de solidez.

Atenção a: espaço debaixo do banco pode variar com o tipo de capacete.

Opinião Motocar: Se queres comprar uma 125 e parar de pensar no assunto, esta é a aposta mais “sem drama”.

Para quem é: commuters diários, quem quer uma 125 completa e fiável.

2. Yamaha D’elight 125 — A mais leve e fácil

Preço: 3.125€

Com cerca de 100 kg, é das scooters mais amigáveis para quem está a começar. Manobras fáceis, assento acessível e condução muito intuitiva. Não é a mais potente, mas em cidade cumpre muito bem.

Pontos fortes: leveza, facilidade, confiança para iniciantes.

Atenção a: menos extras tecnológicos (comparando com NMAX/SR1).

Opinião Motocar: Para primeira scooter, a D’elight dá uma confiança imediata que vale ouro.

Para quem é: principiantes, trajetos curtos, quem valoriza leveza acima de tudo.

3. Yamaha RayZR 125 — O máximo por cada euro

Preço: 2.395€

Preço agressivo, formato compacto e bom “kit” de uso diário. É a opção para quem quer entrar nas 125 sem rebentar orçamento e sem abdicar de motor “suficiente” para cidade.

Pontos fortes: melhor preço da lista, ótima relação custo/uso.

Atenção a: materiais/acabamento normalmente abaixo de modelos premium (o que é esperado pelo preço).

Opinião Motocar: Se o teu orçamento manda, mas queres algo moderno e eficaz, é difícil bater a RayZR.

Para quem é: jovens, primeiros compradores, quem quer gastar menos e acertar.

4. Voge SR1 125 — Máximo equipamento por euro

Preço: ~2.787€

A SR1 é o “cheat code” do equipamento: ABS de duplo canal, TCS, câmara frontal e depósito

generoso. Para quem gosta de tecnologia e autonomia, costuma surpreender.

Pontos fortes: equipamento muito acima do preço, autonomia forte, excelente “value for money”.

Atenção a: como em qualquer compra racional, a melhor decisão vem de experimentar (posição,

ergonomia, “feeling”).

Opinião Motocar: Se queres equipamento de segmentos acima sem pagar segmentos acima, a SR1 é candidata séria.

Para quem é: quem quer tecnologia e autonomia sem subir muito o orçamento.

5. Yamaha Tricity 125 — Segurança e estabilidade acima de tudo

Preço: 4.425€

A Tricity é uma classe à parte: duas rodas à frente, muita estabilidade e uma confiança enorme em piso molhado. É mais pesada e mais cara, mas dá uma sensação de segurança que muitas pessoas procuram (especialmente na transição de carro para duas rodas).

Pontos fortes: estabilidade, confiança, “anti-sustos” em chuva/piso irregular.

Atenção a: peso a manobrar parado e preço mais alto.

Opinião Motocar: Para quem tem receio de duas rodas ou anda muito com chuva, a Tricity faz

sentido de forma quase imediata.

Para quem é: segurança em primeiro lugar, transição “carro → scooter” com mais tranquilidade.

Novas entradas (2026): QJMotor e Keeway — onde o mercado está a mexer

6. QJMotor ATR 125 — Tecnologia e praticidade com mentalidade premium 6 anos de garantia.

Preço: sob consulta

A ATR 125 posiciona-se como “premium acessível”: muito foco em tecnologia útil e equipamento

que normalmente aparece em scooters mais caras. É uma escolha fortíssima para quem quer specs, mas também quer praticidade no dia-a-dia.

Pontos fortes (típicos da proposta): pacote tecnológico, sensação moderna, enfoque urbano.

Atenção a: confirmar versão/extras e disponibilidade (podem variar).

Opinião Motocar: Uma das propostas mais interessantes para quem quer comprar com a cabeça e ainda assim sentir que levou “algo especial”.

Para quem é: commuting diário com gosto por tecnologia e conforto.

7. QJMotor MTX 125 — Performance no limite A1 com pacote completo. 6 anos de garantia.

Preço: sob consulta

A MTX 125 é para quem quer uma 125 com mais atitude e “sensação de moto”, sem perder a lógica urbana. Ideal se queres uma scooter que não pareça “só” scooter e valorizas equipamento.

Pontos fortes: posicionamento mais desportivo, pacote completo para o segmento.

Atenção a: ergonomia e altura de assento — recomenda-se experimentar.

Opinião Motocar: Para quem quer commuting com “pica” e presença, a MTX entra como

alternativa muito relevante.

Para quem é: quem quer condução mais envolvente e look mais agressivo.

8. Keeway Icon 125S — Simples, leve e direta para cidade

Preço: sob consulta

A Icon 125S entra como opção urbana racional: leveza, simplicidade e facilidade. Ideal para quem quer uma 125 “sem complicações”, muito virada para deslocações curtas.

Pontos fortes: leve, simples, fácil para principiantes.

Atenção a: equipamento pode variar por versão; confirmar travagem/equipamento antes de fechar.

Opinião Motocar: Para a cidade “real” (arranca, pára, estaciona, repete), a Icon faz sentido quando a prioridade é praticidade.

Para quem é: quem quer leveza e simplicidade — sobretudo em cidade.

E a Honda PCX 125?

Sabemos que vais perguntar. A PCX 125 é uma referência e concorre diretamente com a NMAX.

Neste artigo focámo-nos nos modelos disponíveis na Motocar (Yamaha, Voge, QJMotor e

Keeway), para te conseguirmos ajudar com test ride, proposta e acompanhamento aqui.

Se queres uma comparação honesta entre concorrentes diretos, diz-nos — e nós fazemos um

comparativo “sem clubismos”.

Veredicto final: qual escolher?

A resposta certa depende do teu perfil:

• Orçamento mais baixo e compra inteligente: Yamaha RayZR 125

• Máximo equipamento pelo preço: Voge SR1 125

• Escolha equilibrada (segura e completa): Yamaha NMAX 125

• Primeira scooter / máxima facilidade: Yamaha D’elight 125 ou Keeway Icon 125S

• Segurança e confiança em piso molhado: Yamaha Tricity 125

• Tecnologia forte e proposta moderna: QJMotor ATR 125

• Atitude + “moto feel” num pacote 125: QJMotor MTX 125

FAQ

Posso conduzir uma scooter 125 com carta de carro?

Em Portugal, com carta B é possível conduzir motociclos até 125cc e 11 kW a partir dos 25

anos (confirma sempre as condições legais aplicáveis ao teu caso). Se quiseres, ajudamos a

confirmar.

Qual é a scooter 125 mais barata deste comparativo?

A Yamaha RayZR 125 (2.395€) é, tipicamente, a opção mais acessível desta lista (dependendo decampanhas e disponibilidade).

Qual a scooter 125 com mais autonomia?

Pela combinação de depósito generoso + consumo, a Voge SR1 125 destaca-se frequentemente em autonomia estimada.

Qual é a 125 mais potente dentro do limite legal (A1 / 11 kW)?

Vários modelos do segmento encostam ao limite de 11 kW. Se a potência é prioridade, diz-nos o teu uso (cidade pura vs vias rápidas curtas) e sugerimos a opção mais adequada.

Top case: quais podem vir já prontas para o dia-a-dia?

Depende da versão/campanha. Algumas propostas (como certas QJMotor) costumam privilegiar

praticidade. Confirma connosco a versão disponível e o que inclui.

As scooters 125 pagam portagens?

O enquadramento pode variar por operador e tipo de via. Se vais fazer um percurso específico, diz-nos qual e ajudamos a confirmar.

Qual a diferença entre Yamaha NMAX 125 e NMAX 125 Tech MAX?

A Tech MAX normalmente adiciona acabamentos premium e extras de conforto/tecnologia. Se

quiseres, enviamos uma proposta com a versão que faz mais sentido para o teu uso.

Artigo publicado a 20 de Fevereiro de 2026 pela equipa Motocar — concessionário multimarca em

Vila das Aves desde 1951. Todos os preços incluem IVA e não incluem despesas de legalização, ISVe IUC. Especificações e equipamento podem variar por versão, ano-modelo e campanhas.

Tags : 125, Mota, Nova, Scooter, Top
Posted in: Guias de Compra

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